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Posts Tagged ‘liberdade na rede’

Jornal Folha de São Paulo, 05 da janeiro de 2011

Para tentar barrar a muralha que dá segurança a terroristas e qualquer outro motivo que possa não agradar os EUA, a Casa Branca deve apresentar uma proposta de lei que facilita o grampo de diversos serviços de comunicação online, entre eles estão os gigantes Skype e Facebook. Sendo a provada, esta lei obriga os provedores destes serviços a entregarem os dados solicitados pelo governo. (mais…)

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Publicado em dezembro 5, 2010 por outrapoliticaemsampa

Pepe Flores, Alt1040, deciembre de 2010

Los legisladores de Estados Unidos han introducido una reforma de ley que tipifica la publicación del nombre de cualquier fuente de inteligencia de EE.UU. como delito federal. Sí, te están hablando a tí, WikiLeaks. El senador Joe Lieberman (sí, el mismo detrás del bloqueo de Amazon a la organización) ha sido muy claro con el objetivo de estos cambios. Si con el “mensaje” no lo tienen comprendido, ahora les va todo el rigor de la ley. (mais…)

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Publicado em janeiro 10, 2011 por outrapoliticaemsampa

Esquerda.net, 10 de janeiro de 2011

A intimação atinge colaboradores, incluindo uma deputada islandesa. Facebook e Google podem também ter sido intimados. Governo islandês pede explicações a embaixador dos EUA.

Um tribunal federal dos Estados Unidos, a pedido do Departamento de Justiça do governo americano, intimou o Twitter a entregar detalhes das contas do WikiLeaks e de vários dos seus colaboradores, alegando que esses dados são necessários para uma investigação criminal relacionada com a divulgação de documentos confidenciais.

O pedido inclui a informação detalhada das contas do Twitter, como mensagens privadas, acessos de IP, e-mails, moradas, contas bancárias e cartões de crédito de Julian Assange e de Bradley Manning, da deputada islandesa Birgitta Jónsdóttir, e dos activistas da WikiLeaks Jacob Appelbaum e Rop Gonggrijp. A intimação foi emitida em 14 de Dezembro, dava um prazo de três dias ao Twitter para que fosse cumprida e impedia a empresa de revelar fosse o que fosse aos visados. O Twitter, porém, apelou, pedindo que os visados fossem notificados e tivessem um prazo de dez dias para se pronunciarem. O tribunal acedeu, e só assim a intimação foi tornada pública.

Facebook e Google também foram intimados?
Em comunicado, a WikiLeaks afirmou que a intimação é parte de uma investigação secreta de Washington por espionagem. “Se o governo iraniano tentasse mediante coerção obter informação sobre jornalistas e activistas estrangeiros, os grupos de direitos humanos ao redor do mundo pronunciar-se-iam a esse respeito”, afirmou a nota.

Como a abrangência do caso parece grande e a WikiLeaks só foi informada pelo Twitter, a organização suspeita que outras redes sociais também estejam a ser sendo intimadas a revelar informações sigilosas dos seus clientes. Assim, a WikiLeaks pediu que Facebook e Google revelem “qualquer intimação que tenham recebido da Justiça americana”.

Reacção da Islândia
O ministro do Interior da Islândia, Ögmundur Jonasson, considerou que o pedido de fornecimento dos dados privados da deputada islandesa Birgitta Jónsdóttir é “muito estranho e grave.”
“Claro que é um assunto muito sério. Ela é deputada do Parlamento islandês e, além disso, também é membro da comissão de Relações Exteriores do Parlamento”.
E prosseguiu: “As informações da Wikileaks apenas atingiram pessoas que trabalham nos bastidores. Acho que se conseguirmos fazer um governo transparente e dar a todos uma percepção do que está a acontecer em países envolvidos em guerra, só pode ser para o bem. “
Para o ministro dos Negócios Estrangeiros islandês, Oessur Skarphedinsson, não é aceitável a atitude das autoridades dos EUA. “De acordo com os documentos que vi, um parlamentar da Islândia está a ser investigado num caso criminal nos Estados Unidos por nenhuma razão”, disse Skarphedinsson à rádio pública.

“É intolerável que um representante eleito esteja a ser tratado assim”, disse. O governo islandês pediu explicações ao embaixador dos EUA. A deputada islandesa viaja na terça para o Canadá, para participar de um seminário, e disse que precisa de saber se é seguro viajar para o exterior. “Eu não sei se posso ir para os EUA, sem arriscar que o meu telefone ou o computador sejam confiscados.”

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redesaniel Denvir, Agência Carta Maior, 25 de fevereiro de 2008

Um crescente movimento em prol da “neutralidade da Rede” – fator chave para preservar uma Internet livre e aberta – deu um passo significativo, no dia 13 de fevereiro, quando o representante democrata de Massachussets, Edward Markey, apresentou na Câmara de Representantes um projeto de lei destinado a impedir que os provedores de serviços de Internet de banda larga possam retardar o tráfego da Internet ou cobrar tarifas adicionais aos provedores de conteúdo para diferenciar a velocidade de acesso aos websites. O representante republicano Chip Pickering, do Missouri, é co-patrocinador do projeto de lei. (mais…)

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