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Posts Tagged ‘energias renováveis’

Mariana Araújo, Jornal do Commercio, 16 de janeiro de 2011

Usina, que será implantada no mês de abril, deverá produzir 1 megawatt de energia elétrica através do calor produzido pela luz do Sol. Investimento dos governos estadual e federal é de R$ 23 milhões (mais…)

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Publicado em janeiro 11, 2011 por outrapoliticaemsampa

Sérgio Abranches, Ecopolítica, 10 de janeiro de 2011

Se o Governo Federal insistir com o plano de exploração hídrica da Amazônia, sem analisar seus impactos reais, a floresta está ameaçada.

Matéria no Globo de domingo, 9/1, mostra que só o desmatamento direto das 61 hidrelétricas e suas linhas de transmissão alcançaria 5,3 mil km2. Mas esse cálculo não conta os efeitos indiretos, que são maiores. Obras longas desse tipo abrem espaço para novas frentes de ocupação. Nunca se estudou o efeito conjunto do represamento de tantos rios amazônicos sobre o regime hídrico da região. Ele pode afetar a resiliência da floresta e do sistema ecológico do qual ela faz parte, reduzindo as áreas e os períodos de alagamento. (mais…)

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Publicado em janeiro 5, 2011 por outrapoliticaemsampa

Cirilo Junior, Folha de S.Paulo, 5 de janeiro de 2010

Em 2019, as usinas movidas a vento poderão somar potência semelhante à das hidrelétricas do rio Madeira. Crescimento do setor foi incentivado pela queda nos custos, segundo a Empresa de Pesquisa Energética

Com preço mais baixo, o grande potencial eólico brasileiro finalmente começa a sair do papel. Projeção da EPE (Empresa de Pesquisa Energética) aponta que a capacidade instalada das usinas movidas por ventos crescerá 320% ao longo desta década. Atualmente, as usinas eólicas instaladas somam 930 MW espalhados por 50 parques. As hidrelétricas, principal fonte de geração do país, têm 110.000 MW instalados. (mais…)

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Publicado em janeiro 4, 2011 por outrapoliticaemsampa

Janaina Lage, Folha.com, 4 de janeiro de 2011

O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) aprovou empréstimo de R$ 588,9 milhões para a construção de nove parques eólicos na Bahia. Os empreendimentos serão instalados nos municípios de Igaporã, Guanambi e Caetité. O financiamento do banco corresponde a 74,35% do investimento total, estimado em R$ 792,2 milhões. (mais…)

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Publicado em janeiro 3, 2011 por outrapoliticaemsampa

Lucia Green-Weiskel and Tina Gerhardt, Grist, December 31, 2010

Last week, in a move that pits American labor against China’s green-technology industry, the Obama administration filed a complaint with the World Trade Organization over China’s wind-power subsidies.
The U.S. move challenges China’s rapid growth in the renewable-energy market, and also throws the weight of the administration behind the unions, elevating concern about Chinese competition to the level of official U.S. policy. (mais…)

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Publicado em dezembro 9, 2010 por outrapoliticaemsampa

Emilio Godoy, IPS/TerraViva, 8 de dezembro de 2010

Cancún, México

As economias latino-americanas têm um longo caminho a percorrer para reduzir seu consumo de carbono sem deter o desenvolvimento econômico e social. É urgente aumentar as energias renováveis e os processos de aprendizagem de novas tecnologias.
“A ideia básica é gerar crescimento econômico com inclusão social e uma pegada baixa em carbono, com regulamentações e subsídios para alternativas energéticas”, disse ao TerraViva o economista mexicano Luis Galindo, que coordena um estudo sobre crescimento econômico e baixo carbono no México para a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal). (mais…)

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Publicado em novembro 23, 2010 por outrapoliticaemsampa

Denise Chrispim Marin, O Estado de S.Paulo, 22 de novembro de 2010

Tecnologia e geração de energia solar e eólica passam a ser pontos de divergência entre Pequim e Washington.

Estados Unidos e China encontraram na tecnologia e produção de energia solar e eólica um novo campo de confronto. Embora os chineses estejam na dianteira, pressionados pela demanda em expansão por eletricidade e pela necessidade de reduzir emissões de gases poluentes, o governo americano pretende incentivar essa área principalmente por sua capacidade de geração de empregos locais.

Nessa competição, os dois países dirigem ameaças de uma disputa emblemática na Organização Mundial do Comércio (OMC) sobre os subsídios concedidos ao setor. (mais…)

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