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Diante do avanço dos leitores digitais, grandes redes investem em expansão, diversificam o portfólio e reforçam a oferta de livros eletrônicos

Luiz Guilherme Gerbelli, O Estado de S.Paulo, 7 de março de 2011

No mês passado, a Borders, segunda maior rede de livraria dos Estados Unidos, pediu concordata e decidiu fechar 30% das suas lojas. A justificativa foi a dificuldade da empresa em se ajustar diante das novas tecnologias. A chegada dos leitores digitais revolucionou o mercado literário e obrigou as principais redes a repensarem o modelo de negócio. O que tira o sono dos principais executivos é saber qual será o peso do livro impresso no faturamento. Continuar Lendo »

O Kindle será gratuito?

Renato Cruz, O Estado de S.Paulo, 7 de março de 2011

Kevin Kelly, ex-editor da revista Wired, publicou um gráfico em seu blog. A partir das quedas de preço do Kindle nos últimos dois anos, o gráfico, que havia sido feito originalmente por John Walkenbach, mostra que o preço do leitor de livros da Amazon chegaria a zero em novembro deste ano, caso a tendência fosse mantida. Continuar Lendo »

Pedro Doria, Link, 7 de março de 2011

A Comissão Federal de Telecomunicações americana ganhou um conselheiro á proteção do consumidor na internet e nos serviços móveis. É Tim Wu, professor da Escola de Direito da Universidade de Columbia, Nova York. Seu trabalho:garantir que a rede continue neutra. Que às grandes empresas de telecomunicações não seja permitido decidir se um site carregará mais rápido do que outro. Continuar Lendo »

Pesquisa realizada por entidade americana indica que, para o brasileiro, o produto pirata custa o mesmo que o produto original nos EUA

Silvio Crespo, O Estado de S.Paulo, 7 de março de 2011

O DVD “Batman, o Cavaleiro das Trevas”, que foi lançado nos Estados Unidos por US$ 24 (R$ 39,60) para o consumidor final, tem um peso no bolso do brasileiro equivalente a US$ 85,50 (R$ 141). Os dados são de um estudo coordenado pelo Social Science Research Council, uma entidade de pesquisas com base em Nova York, que será divulgado na próxima quarta-feira. Os números foram antecipados pelo portal Economia & Negócios, do “Estado”.

Com o título “Media Piracy in Emerging Economies” (Pirataria de Mídia em Mercados Emergentes, em tradução livre), é a primeira investigação científica empírica que analisa comparativamente a pirataria em países emergentes considerando não apenas as políticas de repressão e os preços dos produtos, mas também o poder de compra da população.

A pesquisa aponta que o brasileiro, ao comprar produto pirata, sente no bolso quase o mesmo que os moradores dos Estados Unidos sentem quando adquirem o produto original. O Batman saía por cerca de US$ 3,50 no mercado ilegal do Brasil em 2008 (ano em que foi feita a tomada de preços), só que esse valor, para a renda de um morador do País, corresponde ao que seria um gasto de US$ 20 para um americano. Continuar Lendo »

Uirá Machado entrevista Renato Dagnino, Folha de S. Paulo, 7 de março de 2011

O Brasil não está pronto para erradicar a miséria nem para absorver a chamada nova classe média, avalia Renato Dagnino, professor titular no Departamento de Política Científica e Tecnológica da Unicamp. De acordo com ele, falta ao país o conhecimento tecnológico e científico adequado para a inclusão social ocorrer de forma sustentável social e ambientalmente. Por outro lado, Dagnino vê na erradicação da miséria uma “oportunidade de ouro” para repensar o tipo de conhecimento produzido no país. Continuar Lendo »

Heloisa Helvécia entrevista Rafaela Zorzanelli, Folha de S.Paulo, 7 de março de 2011

Enquanto nossas vísceras são esquadrinhadas por ressonâncias, tomografias e tudo o mais, aumenta a crença de que as respostas para qualquer sofrimento se escondem no físico. Essa relação é tema de “Corpo em Evidência”, trabalho dos pesquisadores Francisco Ortega e Rafaela Zorzanelli.

Quem fala à Folha é a capixaba Rafaela, que é mestre em psicologia e odeia tirar fotos. Longe de negar o benefício trazido pelas tecnologias, ela estuda o ônus, como novas síndromes e suas representações sociais.”Ganhamos muito, mas há modificações fortes na nossa experiência como ser humano. Se são perdas, não sei.” Continuar Lendo »

Firmada por organizaciones internacionales, académicos y activistas en apoyo al gobierno y la sociedad brasileña por los Bienes Comunes Culturales

Carta abierta a Dilma Rousseff

Commons Strategies Group, Fundación Vía Libre y otros, Rebelión, 11 de febrero de 2011

Tenemos la esperanza de que el Ministerio de Cultura de Brasil (MinC) continuará su liderazgo en políticas públicas culturales inclusivas para el siglo 21. Brasil ha sido un pionero en este sentido, permítanos mencionar sólo algunos elementos que contribuyeron a que el mundo pusiera atención a las políticas culturales de su país. Continuar Lendo »

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