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	<title>Blog do Epidemia</title>
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		<title>O futuro das livrarias na era dos tablets</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Mar 2011 06:25:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Diante do avanço dos leitores digitais, grandes redes investem em expansão, diversificam o portfólio e reforçam a oferta de livros eletrônicos Luiz Guilherme Gerbelli, O Estado de S.Paulo, 7 de março de 2011 No mês passado, a Borders, segunda maior rede de livraria dos Estados Unidos, pediu concordata e decidiu fechar 30% das suas lojas. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aepidemia.wordpress.com&amp;blog=5745052&amp;post=1434&amp;subd=aepidemia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Diante do avanço dos leitores digitais, grandes redes investem em expansão, diversificam o portfólio e reforçam a oferta de livros eletrônicos</strong></p>
<p><strong>Luiz Guilherme Gerbelli, O Estado de S.Paulo, 7 de março de 2011</strong></p>
<p>No mês passado, a Borders, segunda maior rede de livraria dos Estados Unidos, pediu concordata e decidiu fechar 30% das suas lojas. A justificativa foi a dificuldade da empresa em se ajustar diante das novas tecnologias. A chegada dos leitores digitais revolucionou o mercado literário e obrigou as principais redes a repensarem o modelo de negócio. O que tira o sono dos principais executivos é saber qual será o peso do livro impresso no faturamento.<span id="more-1434"></span></p>
<p>A rede Amazon informou que no último trimestre de 2010, pela primeira vez na história, os livros para o Kindle (leitor digital da empresa) foram mais vendidos que os tradicionais. A relação foi de 115 livros eletrônicos comercializados para 100 físicos. Hoje, os livros digitais respondem por uma fatia entre 3% e 10% do faturamento das editoras no mercado americano. Para 2015, a projeção é que quase metade das receitas venha dos livros digitais.</p>
<p>No Brasil, as redes brasileiras já começaram a se movimentar diante do avanço dos tablets (leitor digital). Um estudo recente da consultoria IDC revela que 300 mil unidades serão vendidas este ano no País, contra 100 mil aparelhos comercializados em 2010.</p>
<p>A Livraria Cultura já fez as contas: espera que 5% do seu faturamento venham dos livros digitais até 2012. O número pode parecer pequeno, mas o salto almejado é grande. Atualmente, esse segmento corresponde a 0,5% do faturamento da rede. “O mercado ainda não tem a resposta para avaliar qual será o impacto exato nas vendas com a chegada das novas tecnologias”, diz Fabio Herz, diretor de marketing e relacionamento da livraria. “Pesquisa tem muita futurologia, mas uma livraria não vai sobreviver só com o livro tradicional”, avalia Herz.</p>
<p>Para diversificar o seu faturamento, a Livraria Cultura já oferece os eBooks e AudioBooks. CDs e DVDs também fazem parte do seu cardápio de ofertas. A rede segue apostando nas lojas físicas e planeja para este ano a inauguração de mais três – as duas primeiras no Rio de Janeiro e uma em Curitiba. Em 2010, a Cultura teve um aumento de 17% no seu faturamento. Para este ano, a meta da rede é manter o crescimento próximo dos 20%.</p>
<p>Megastore. A Livraria Saraiva é a que mais surfa na diversificação de produtos. Desde 1996, a livraria aposta nas lojas tipo megastore – em que a ênfase para a venda de produtos tecnológicos é grande. Das 100 lojas do grupo, 52 são megastore. “Já somos os maiores vendedores de iPad, também estamos entre principais vendedores da Apple, da HP e Sony Vaio no Brasil”, diz o diretor-presidente da companhia, Marcílio Pousada.</p>
<p>A direção da Livraria Saraiva trabalha para que em três anos 10% do faturamento venham de outros serviços, como a venda de livros digitais e também de serviços financeiros (cartão de crédito) e informática (venda de computadores). Recentemente, a rede anunciou que também vai entrar no segmento de turismo com a criação da Saraiva Viagens, que irá oferecer passagens aéreas e pacotes turísticos. “A empresa se reinventa sempre. Trabalhamos com a tendência do futuro. Em 2009, começamos a vender filmes pela internet e, no ano passado, passamos a vender livro de forma digital”, afirma Pousada.</p>
<p>A rede planeja ainda abrir mais duas lojas em São Paulo neste ano – no shopping Alphaville e no Tamboré. A meta é inaugurar quatro unidades por ano. Na avaliação de Pousada, a Saraiva continuará investindo na abertura de lojas tipo megastore onde julgar viável. Para ele, esse tipo de negócio funcionará para atrair os compradores para atividades culturais, de entretenimento e lazer. “Não abro mão de ter contato com o cliente”, diz.</p>
<p>Exceção. Das três maiores redes do Brasil, a Livraria Nobel é a única que não mostra interesse em investir em livros digitais tão cedo. Para o diretor Sérgio Milano Benclowicz, o mercado não será atrativo pelos próximos cinco anos. “As vendas ainda são pífias. Só vamos entrar nesse mercado quando o volume for relevante.”</p>
<p>Apesar de não ter planos para aderir ao mercado digital no curto prazo, as 200 lojas da rede procuram diversificar o seu negócio para crescer. Segundo Benclowicz, a Nobel conta com uma forte oferta do setor de papelarias e, em algumas lojas, comercializa DVDs e CDs. “No ano passado crescemos 12% e a expectativa para 2011 é de 10%”, diz.</p>
<p>A perspectiva de negócio da Nobel vai na contramão até mesmo das redes menores. Criada no bairro boêmio da Vila Madalena, em São Paulo, a Livraria da Vila – com cinco unidades – decidiu apostar nos livros digitais. A rede não trabalha com metas anuais definidas de expansão, mas ainda aposta no contato direto com o cliente. “Enxergamos livraria como um ponto de encontro”, diz o dono Samuel Seibel. “Vamos ter mais lojas, sem pressa, com planejamento”, Neste ano, a Livraria da Vila vai inaugurar a sua sexta unidade, no shopping Pátio Higienópolis, em São Paulo.</p>
<p>Apesar de ter uma fatia menor do mercado de livros, a rede enxerga nas novas tecnologias uma nova possibilidade de negócios. Tanto que, nos últimos meses, o sistema de vendas da Livraria da Vila passou por uma mudança para permitir a comercialização de livros eletrônicos. “Em breve iremos começar a vender os livros digitais. Sobre os aparelhos em si, estamos também discutindo qual será a melhor forma tê-los em estoque”.</p>
<p>Polos culturais. Na avaliação de Seibel, é prematuro fazer qualquer previsão para as novas formas de negócios, mas ele acredita que as livrarias passarão a ser vistas como polos culturais e lugares de encontro para realização de cursos, debates, palestras e peças teatrais. “Se essa visão serve para um horizonte de cinco, 10 ou 50 anos, isso realmente não saberia avaliar”</p>
<p>Com 11 unidades, todas no Rio de Janeiro, a Livraria da Travessa deve começar a comercializar os leitores eletrônicos a partir de junho. A nova empreitada da empresa é classificada pelo sócio principal, Rui Campos, como “um terreno nebuloso”. “Ninguém sabe sobre o futuro. Tem muita opinião apressada e ainda existem muitas dúvidas.”</p>
<p>A Travessa já firmou parceria com quatro empresas para a distribuição de livros eletrônicos. “O grande varejo passa por ondas. A gente está usando a teoria do Darwin: a sobrevivência é do produto mais forte e adaptável.”, diz Campos.</p>
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		<title>O Kindle será gratuito?</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Mar 2011 06:20:09 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Renato Cruz, O Estado de S.Paulo, 7 de março de 2011</strong></p>
<p>Kevin Kelly, ex-editor da revista Wired, publicou um gráfico em seu blog. A partir das quedas de preço do Kindle nos últimos dois anos, o gráfico, que havia sido feito originalmente por John Walkenbach, mostra que o preço do leitor de livros da Amazon chegaria a zero em novembro deste ano, caso a tendência fosse mantida.<span id="more-1431"></span></p>
<p>Ele disse que mostrou a previsão para muitas pessoas, chegando a comentá-la com Jeff Bezos, presidente e fundador da Amazon, no ano passado. “Ele sorriu e disse: “Oh, você percebeu isso!”, e sorriu de novo”, escreveu Kelly, sobre a reação de Bezos.</p>
<p>O Kindle é, de acordo com a Amazon, o produto mais vendido de sua história. Em 2010, os livros eletrônicos foram o formato mais vendido pela empresa, à frente das edições de brochura e de capa dura em papel.</p>
<p>A opinião inicial de Kelly era de que a Amazon adotaria um modelo parecido com o da telefonia celular: quem comprasse uma certa quantidade de livros teria o leitor de graça.</p>
<p>Agora, ele acha que a empresa pode dar Kindles de graça para os clientes Prime, que pagam US$ 79 por ano para terem envios ilimitados de encomendas. No mês passado, a Amazon começou filmes e programas de TV gratuitos via streaming, pela internet, para esses clientes.</p>
<br />Filed under: <a href='http://aepidemia.wordpress.com/category/acesso-ao-conhecimento/'>acesso ao conhecimento</a>, <a href='http://aepidemia.wordpress.com/category/economia-do-conhecimento/'>economia do conhecimento</a>, <a href='http://aepidemia.wordpress.com/category/educacao-cientifica/'>educacao científica</a>, <a href='http://aepidemia.wordpress.com/category/inclusao-digital/'>inclusao digital</a>, <a href='http://aepidemia.wordpress.com/category/midia-e-comunicacao/'>midia e comunicação</a>, <a href='http://aepidemia.wordpress.com/category/propriedade-intelectual/'>propriedade intelectual</a> Tagged: <a href='http://aepidemia.wordpress.com/tag/amazon/'>Amazon</a>, <a href='http://aepidemia.wordpress.com/tag/apple/'>Apple</a>, <a href='http://aepidemia.wordpress.com/tag/ebook/'>ebook</a>, <a href='http://aepidemia.wordpress.com/tag/livro-digital/'>livro digital</a>, <a href='http://aepidemia.wordpress.com/tag/livro-eletronico/'>livro eletronico</a>, <a href='http://aepidemia.wordpress.com/tag/tablet/'>tablet</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/aepidemia.wordpress.com/1431/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/aepidemia.wordpress.com/1431/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/aepidemia.wordpress.com/1431/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/aepidemia.wordpress.com/1431/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/aepidemia.wordpress.com/1431/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/aepidemia.wordpress.com/1431/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/aepidemia.wordpress.com/1431/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/aepidemia.wordpress.com/1431/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/aepidemia.wordpress.com/1431/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/aepidemia.wordpress.com/1431/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/aepidemia.wordpress.com/1431/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/aepidemia.wordpress.com/1431/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/aepidemia.wordpress.com/1431/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/aepidemia.wordpress.com/1431/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aepidemia.wordpress.com&amp;blog=5745052&amp;post=1431&amp;subd=aepidemia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Novas tecnologias: nascem livres, viram monopólio. E a web?</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Mar 2011 06:05:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Tim Wu]]></category>
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		<description><![CDATA[Pedro Doria, Link, 7 de março de 2011 A Comissão Federal de Telecomunicações americana ganhou um conselheiro á proteção do consumidor na internet e nos serviços móveis. É Tim Wu, professor da Escola de Direito da Universidade de Columbia, Nova York. Seu trabalho:garantir que a rede continue neutra. Que às grandes empresas de telecomunicações não [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aepidemia.wordpress.com&amp;blog=5745052&amp;post=1429&amp;subd=aepidemia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Pedro Doria, Link, 7 de março de 2011</strong></p>
<p>A Comissão Federal de Telecomunicações americana ganhou um conselheiro á proteção do consumidor na internet e nos serviços móveis. É Tim Wu, professor da Escola de Direito da Universidade de Columbia, Nova York. Seu trabalho:garantir que a rede continue neutra. Que às grandes empresas de telecomunicações não seja permitido decidir se um site carregará mais rápido do que outro.<span id="more-1429"></span></p>
<p>Não há quem entenda mais do assunto do que Wu. O melhor livro sobre tecnologia publicado no ano passado é seu The Master Switch, “o interruptor mestre” numa tradução literal. Wu tem uma tese, a de que a internet corre o perigo real e iminente de terminar controlada por um grande esquema monopolista. O que era uma tecnologia libertária pode se tornar fechada.</p>
<p>O argumento que usa é imbatível. Aconteceu assim com todas as principais tecnologias de comunicação no último século e meio. É o caso da telefonia, da indústria do cinema, rádio, televisão – até do telégrafo.</p>
<p>Poucos exemplos são mais claros do que o do surgimento da telefonia. Quando Alexander Graham-Bell inventou o telefone, na segunda metade do século 19, ele era pouco mais do que uma curiosidade. Nada que a poderosa Western Union, que controlava a comunicação telegráfica nos EUA, pudesse temer. E, no entanto, enquanto a velha tecnologia ruía em desuso, telefones espalharam- se por todo o país.</p>
<p>A AT&amp;T, empresa fundada por Bell, teve um grande executivo: Theodore Vail. Empresas de telefonia com redes independentes surgiram pelos EUA, Vail comprou umas, sufocou outras. Convenceu governo e público de que suas intenções eram as melhores. De que prestava um serviço público e que esta obrigação era posta pela empresa acima do lucro. Ganhou o jogo.</p>
<p>Mas, bem no início, a telefonia era não apenas uma curiosidade como também uma tecnologia com ares de liberdade. Um cheiro de anarquia perante o monopólio odiado do telégrafo.</p>
<p>É um ciclo que se repente de novo e de novo.Uma tecnologia libertária surge promissora, desbanca uma indústria consolidada e conservadora, assume seulugar.Transforma-se ela própria numa indústria consolidada que tenta sufocar quaisquer inovações.</p>
<p>A mesma AT&amp;T tentou estancar o surgimento de fitas magnéticas para gravação de sons pois temia que pudesse concorrer em seu mercado.</p>
<p>Vail teve um quê de Steve Jobs em seu tempo, assim como seu discurso lembrava o de “não faça o mal” do Google. Não foi o único. O rádio, por exemplo, teve um início amador. Estava nas mãos de gente fascinada com suas possibilidades na comunicação. Ninguém ganhava dinheiro. Quem montava uma pequena rádio em casa transmitia música e informes com o desejo único de ajudar e divertir. Blogueiros de seu tempo.</p>
<p>Evidentemente, tudo mudou com o tempo. Grandes cadeias dominaram o rádio efizeram fortunas com a invenção da propaganda radiofônica.</p>
<p>Todas as tecnologias do tipo surgiram com um discurso de liberdade e terminaram monopólios. Por que com a internet seria diferente?</p>
<p>Wu não considera que seja inevitável. Acha, apenas, que a cultura americana favorece este cenário. Nos EUA, a opinião pública considera que deve conter o quanto pode os poderes do governo. Mas o comportamento perante o poder privado, das grandes corporações, é diferente. Comesse, há hesitação na hora de intervir.</p>
<p>Descrito assim,Wuparece um professor saído das fileiras do Partido Comunista. Não é. Sua preocupação é a de garantir que a infraestrutura da internet não sofra o mesmo fim que suas antecessoras. Trata-se de uma tecnologia libertária que veio desbancar os monopólios anteriores.Este é o processo pelo qual o mercado resolve o problema.</p>
<p>Mas e se, desta vez, a tecnologia permanecesse livre? Um ambiente rico capaz de gerar uma cultura de inovação permanente? No qual ninguém tem o domínio total?</p>
<p>É justamente esse seu trabalho no governo dos EUA. Um trabalho que, de trivial, não tem nada. Afinal, o fácil é construir uma burocracia reguladora que termine po rimpedir a inovaçãoque desejava garantir de início. É um desafio e tanto.</p>
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		<title>DVD custa mais que o triplo dos EUA</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Mar 2011 06:29:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aepidemia</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Pesquisa realizada por entidade americana indica que, para o brasileiro, o produto pirata custa o mesmo que o produto original nos EUA</strong></p>
<p><strong>Silvio Crespo, O Estado de S.Paulo, 7 de março de 2011</strong></p>
<p>O DVD “Batman, o Cavaleiro das Trevas”, que foi lançado nos Estados Unidos por US$ 24 (R$ 39,60) para o consumidor final, tem um peso no bolso do brasileiro equivalente a US$ 85,50 (R$ 141). Os dados são de um estudo coordenado pelo Social Science Research Council, uma entidade de pesquisas com base em Nova York, que será divulgado na próxima quarta-feira. Os números foram antecipados pelo portal Economia &amp; Negócios, do “Estado”.</p>
<p>Com o título “Media Piracy in Emerging Economies” (Pirataria de Mídia em Mercados Emergentes, em tradução livre), é a primeira investigação científica empírica que analisa comparativamente a pirataria em países emergentes considerando não apenas as políticas de repressão e os preços dos produtos, mas também o poder de compra da população.</p>
<p>A pesquisa aponta que o brasileiro, ao comprar produto pirata, sente no bolso quase o mesmo que os moradores dos Estados Unidos sentem quando adquirem o produto original. O Batman saía por cerca de US$ 3,50 no mercado ilegal do Brasil em 2008 (ano em que foi feita a tomada de preços), só que esse valor, para a renda de um morador do País, corresponde ao que seria um gasto de US$ 20 para um americano.<span id="more-1436"></span></p>
<p>O Produto Interno Bruto (PIB) per capita no Brasil foi de US$ 10,5 mil em 2008, pouco mais do que um quinto do americano (US$ 47,2 mil), segundo base de dados do Fundo Monetário Internacional (FMI).</p>
<p>Entre cinco países em desenvolvimento pesquisados, a Índia é o que se encontra em pior situação. O DVD do Batman pesa no bolso dos indianos o que equivaleria a US$ 641 para os moradores dos Estados Unidos. No país asiático, o PIB per capita foi de apenas US$ 2,9 mil no ano em que os dados foram coletados.</p>
<p>A Rússia, um dos países que estão na berlinda por questões relacionadas à pirataria e à falsificação, está melhor que o Brasil quando se analisa o peso do produto original no bolso do cidadão. O preço do Batman oficial ajustado ao poder de compra da população é de US$ 75. A versão ilegal do mesmo filme fica em US$ 25 no preço relacionado ao poder de compra – praticamente o mesmo valor do produto original nos EUA.</p>
<p>“O estudo demonstra em termos empíricos que a batalha contra a pirataria será vencida não no campo da repressão, mas sim no campo econômico, com a oferta de produtos cujos preços sejam compatíveis com a renda e o poder de compra local”, analisa o brasileiro Ronaldo Lemos, um dos autores da pesquisa.</p>
<p>Segundo Lemos, o Brasil se destaca pela amplitude das medidas que vem tomando contra a pirataria. “O País possui hoje estruturas públicas consolidadas com essa finalidade, como o Conselho Nacional de Combate à Pirataria, além de diversas organizações privadas atuando no apoio à repressão, como a Associação Antipirataria de Cinema e Música. Isso faz do Brasil um caso mundialmente exemplar na adoção de medidas severas para o combate à pirataria”, afirma Lemos, que é diretor do Centro de Tecnologia e Sociedade da Fundação Getúlio Vargas e professor visitante na Universidade de Princeton.</p>
<p>Terça-feira passada, o governo dos Estados Unidos anunciou que excluiu o Brasil da lista de “notórios mercados” da pirataria e do contrabando, o que significa que o País deixou de ser considerado um lugar “desafiador” do ponto de vista da transgressão das leis internacionais de propriedade intelectual.</p>
<p>No mundo, a repressão ao produto ilegal também é crescente. O número de apreensões de materiais piratas, operações de combate à pirataria e a remoção de sites na internet vem batendo sucessivos recordes, mas, segundo Lemos, tudo isso tem registrado pouco impacto efetivo na redução da pirataria.</p>
<p>Cultura. No Brasil, o estudo traz munição para o conjunto de especialistas que defendem flexibilização no direito autoral, entre os quais Lemos aparece como um dos principais expoentes. Foi ele quem trouxe para o País a licença Creative Commons, um selo que autores podem colocar em suas obras sinalizando que permitem a reprodução do trabalho sob determinadas condições.</p>
<p>Esse grupo é contrário à mudança de rumo que o novo Ministério da Cultura assumiu. Uma das primeiras medidas da ministra Ana de Hollanda foi justamente retirar do site da pasta o selo Creative Commons. Na ocasião, a medida provocou protestos na internet por parte de defensores da flexibilização do direito autoral.</p>
<p>Grosso modo, a batalha na área de direitos autorais na área cultural opõe dois grupos. De um lado, os que defendem a flexibilização desse tipo de propriedade, facilitando o trabalho dos artistas que têm intenção de autorizar o uso de sua obra em massa, sem precisar assinar contrato por contrato com cada empresa ou entidade que queria reproduzir o trabalho.</p>
<p>De outro, os artistas e empresas que temem possíveis efeitos negativos dessa flexibilização, como a redução da arrecadação e distribuição do dinheiro oriundo da venda de direitos autorais. Ronaldo Lemos é um dos principais nomes no Brasil daquele primeiro grupo, enquanto a ministra Ana de Hollanda, em declarações à imprensa, mostrou-se dentro do segundo.</p>
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		<title>País não está pronto para erradicar miséria</title>
		<link>http://aepidemia.wordpress.com/2011/03/07/pais-nao-esta-pronto-para-erradicar-miseria/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Mar 2011 06:36:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aepidemia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uirá Machado entrevista Renato Dagnino, Folha de S. Paulo, 7 de março de 2011 O Brasil não está pronto para erradicar a miséria nem para absorver a chamada nova classe média, avalia Renato Dagnino, professor titular no Departamento de Política Científica e Tecnológica da Unicamp. De acordo com ele, falta ao país o conhecimento tecnológico [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aepidemia.wordpress.com&amp;blog=5745052&amp;post=1446&amp;subd=aepidemia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Uirá Machado entrevista Renato Dagnino, Folha de S. Paulo, 7 de março de 2011</strong></p>
<p>O Brasil não está pronto para erradicar a miséria nem para absorver a chamada nova classe média, avalia Renato Dagnino, professor titular no Departamento de Política Científica e Tecnológica da Unicamp. De acordo com ele, falta ao país o conhecimento tecnológico e científico adequado para a inclusão social ocorrer de forma sustentável social e ambientalmente. Por outro lado, Dagnino vê na erradicação da miséria uma “oportunidade de ouro” para repensar o tipo de conhecimento produzido no país.<span id="more-1446"></span></p>
<p>As políticas sociais do governo se articulam com as de ciência e tecnologia?</p>
<p>No mundo inteiro, a pesquisa feita na universidade é direcionada para o interesse das empresas. Muito pouco atende aos interesses do Estado.</p>
<p>Se olharmos para as demandas que têm a ver com o projeto de erradicação da miséria, veremos uma carência enorme de conhecimento técnico-científico.</p>
<p>Entre outras razões, porque as necessidades básicas das populações nos países desenvolvidos foram atendidas há muito tempo.</p>
<p>Hoje, a expansão da fronteira do conhecimento está conectada ao interesse das pessoas de mais alta renda. Esse conhecimento de que necessitamos não existe, temos que produzir, com soluções tecnicamente perfeitas, ou as melhores possíveis, além de social e ambientalmente adequadas.</p>
<p>Como seria possível fazer a integração entre as políticas?</p>
<p>É possível utilizar o poder de compra do Estado de uma forma mais coerente com a ideia de inclusão social. A latinha de alumínio é um exemplo. Por que não podemos transformar a latinha em esquadria de alumínio com uma tecnologia social, completando a cadeia da janela de alumínio com a economia solidária?</p>
<p>O Minha Casa, Minha Vida poderia ser usado de outra forma. Quase todos os recursos vão para empreiteiras, quando uma parte grande poderia ir para mutirões.</p>
<p>Há alguma diferença entre os governos FHC, Lula e Dilma no que diz respeito às políticas de ciência e tecnologia?</p>
<p>Não. Na verdade, o que os dados disponíveis mostram é que vem diminuindo o gasto percentual das empresas em pesquisa e desenvolvimento.</p>
<p>Isso é totalmente esperado. É uma questão estrutural. Existem três bons negócios com tecnologia: roubar, copiar ou comprar. Desenvolver, só em último caso.</p>
<p>E qual é a solução?</p>
<p>No caso brasileiro, não tem solução. Costuma-se dizer que o empresário brasileiro é “atrasado”. Ora, se tem empresário competente no mundo, é o brasileiro. Basta ver o dinheiro que ganha.</p>
<p>Agora, o processo de erradicação da miséria é uma oportunidade de ouro. Esse processo desvela enorme demanda reprimida por conhecimento. E não só conhecimento desincorporado, mas incorporado em bens, serviços, capacidade produtiva.</p>
<p>Para fazer um país onde caiba todo o povo brasileiro, é preciso construir outro país do tamanho do que já existe.<br />
Não dá para fazer sem planejar. Está na hora de pensar esse processo de construção do Brasil que a gente quer, e isso não está sendo feito.</p>
<p>Quanto dessa situação se deve ao atual momento social e econômico do país?</p>
<p>Essa situação existe há muito tempo, mas, na medida em que há um dado novo, e esse dado exige expansão da capacidade produtiva, é hora de inovar com qualidade, e não fazer simples aumento quantitativo. Quando se dobra a capacidade produtiva, o impacto indesejável pode até quintuplicar.</p>
<p>O país está pronto para erradicar a miséria</p>
<p>Do ponto de vista cognitivo, do ponto de vista de conhecimento científico-tecnológico, o país não está pronto de jeito nenhum.</p>
<p>E para absorver a chamada nova classe média?</p>
<p>Também não. Esse processo terá consequências ambientais e sociais. Acaba desfazendo de um lado o que faz do outro. Os programas compensatórios, como o Bolsa Família, são um caso típico.</p>
<p>Sem gerar oportunidade de trabalho e renda para essas pessoas, não se está fazendo muita coisa.</p>
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		<title>Imagens científicas da medicina criam mercado da esperança</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Mar 2011 06:33:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Heloisa Helvécia entrevista Rafaela Zorzanelli, Folha de S.Paulo, 7 de março de 2011 Enquanto nossas vísceras são esquadrinhadas por ressonâncias, tomografias e tudo o mais, aumenta a crença de que as respostas para qualquer sofrimento se escondem no físico. Essa relação é tema de “Corpo em Evidência”, trabalho dos pesquisadores Francisco Ortega e Rafaela Zorzanelli. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aepidemia.wordpress.com&amp;blog=5745052&amp;post=1443&amp;subd=aepidemia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Heloisa Helvécia entrevista Rafaela Zorzanelli, Folha de S.Paulo, 7 de março de 2011</strong></p>
<p>Enquanto nossas vísceras são esquadrinhadas por ressonâncias, tomografias e tudo o mais, aumenta a crença de que as respostas para qualquer sofrimento se escondem no físico. Essa relação é tema de “Corpo em Evidência”, trabalho dos pesquisadores Francisco Ortega e Rafaela Zorzanelli.</p>
<p>Quem fala à Folha é a capixaba Rafaela, que é mestre em psicologia e odeia tirar fotos. Longe de negar o benefício trazido pelas tecnologias, ela estuda o ônus, como novas síndromes e suas representações sociais.”Ganhamos muito, mas há modificações fortes na nossa experiência como ser humano. Se são perdas, não sei.”<span id="more-1443"></span></p>
<p>Folha – De que jeito as imagens científicas nos afetam?</p>
<p>Rafaela Zorzanelli – Você abre qualquer revista e vê imagens de músculos, ossos, de cérebro normal, cérebro fatigado, cérebro autista… Isso cria a ilusão de que a doença é um objeto tridimensional, localizado em cores primárias. É bonito, mas não sabemos nada sobre a produção dessas imagens. Em geral o que se vê é um cérebro preto com uma área colorida em destaque, responsável por certa doença. Mas o cérebro nunca está preto, a não ser que esteja morto. Aquilo não é o cérebro de ninguém.<br />
Mas recebemos essas imagens como a certeza de que a doença está ali. Isso contribui para a visão da doença como algo restrito ao corpo. A imagem tem um poder de convencimento que nos deixa embevecidos. Estão sendo feitas inferências demais a partir de neuroimagens.</p>
<p>Quais são as consequências?</p>
<p>O principal desdobramento é um pouco sinistro, é um mercado da esperança. Todos nós temos suscetibilidade para acreditar em qualquer coisa. É um mercado lucrativo para indústrias e nichos da saúde que manipulam nosso desejo de melhorar a qualidade de vida.</p>
<p>O livro de vocês mostra que o corpo está em evidência, mas nem por isso se tira mais prazer dele. Não é um paradoxo?</p>
<p>Sim. Há uma exploração do corpo na sua parte invisível, pelas tecnologias de acesso à visceralidade. E também há uma visibilidade performática da superfície do corpo. Plásticas, próteses, artifícios contemporâneos de corpos biônicos, com partes orgânicas e não orgânicas, titânios para recompor capacidades perdidas… O corpo está em exibição e parece que estamos sabendo fruir melhor o corpo. Mas o que parece como fruição é uma recusa do que é humano: perder atributos e funções, adoecer, morrer. As práticas que colocam o corpo em evidência tentam mascarar o que é da condição humana: imperfeição, falência, decrepitude.</p>
<p>O que mudou na nossa percepção do próprio corpo?</p>
<p>Passamos por um momento de exigência de eficácia irrestrita.Estamos sempre nos comparando a ideais de performance, e com uma sensação de defasagem: não alcançamos essa perfeição na família, no lazer, no trabalho. Essa sensação contribui para o aumento das patologias. Chegam aos consultórios pessoas que sofrem por não corresponderem aos padrões: anorexia, bulimia, vigorexia, ortorexia são transtornos ligados ao desconforto com a aparência.<br />
A gente vê um aumento nas depressões, nas síndromes funcionais -do colo irritável, da fadiga crônica, fibromiálgica. Todas se colocam no limite entre o físico e o mental. Essas síndromes começam a aparecer em descrições médicas há 20 ou 30 anos. Talvez apontem uma divisa em relação à nossa experiência do corpo.</p>
<p>O livro também aponta o peso dos avanços tecnológicos na construção de doenças…</p>
<p>O livro tenta fugir da postura obscurantista segundo a qual as tecnologias médicas estão mudando a vida para pior. Não é verdade. Mas para entender uma doença é necessário olhar para outras dimensões que não a biologia. Não há como ter leitura rica da doença sem olhar para o sentido social dado a ela.</p>
<p>Há quem questione a existência do Transtorno do Deficit de Atenção e Hiperatividade.</p>
<p>É ótimo esse olhar crítico sobre a saúde, mas há exagero em entender que, se as doenças são construídas culturalmente, não existem. Pensam que é tudo lobby para vender medicamentos. Há um sobrediagnóstico de TDAH e há o fato de a droga Ritalina, que existe desde 1950, só recentemente ter alcançado um número de vendas considerável. Tudo isso faz parte da construção do TDAH. Não significa, entretanto, que não existam pessoas que se encaixam na descrição da doença e se beneficiam com o remédio.</p>
<p>Qual o papel da classe médica na medicalização excessiva?</p>
<p>Na década de 70, a interpretação era de que a indústria farmacêutica tinha poder de controle social, e as estratégias de marketing manipulavam um indivíduo inocente que passava a consumir remédios. Hoje o mundo é mais complexo. Teorias conspiratórias não são mais suficientes. Há um ingrediente muito mais apimentado nessa relação: cada um de nós deseja consumir medicamentos. Estamos informados via Google, via amigos. Chegamos ao médico com diagnóstico pronto. Se ele não te der nada, você não gosta. Todos colaboramos com o processo.</p>
<p>O lado subjetivo da doença não interessa mais, é isso?</p>
<p>Para traduzir uma ciência que seja útil e produtiva é preciso deixar de lado certas dimensões. A subjetividade fica fora da pesquisa de bancada. Mas, às vezes, há uma extrema redução. Temos sido facilmente convencidos por explicações que nos reduzem ao físico. Temos visto casos na mídia de gente famosa que cometeu um ato que não deveria, furtou algo, errou a letra de uma música e depois vem a público dizer que estava sob efeito de medicamento. Não duvido. Mas o que me chama a atenção é que ninguém diz que errou por estar transtornado. Quando damos explicação reduzida ao físico, toda nossa responsabilidade moral fica eximida.</p>
<p>Célula-tronco faz milagre?</p>
<p>Os estudos que se têm até hoje são muito iniciais. No entanto, é desproporcional o modo como essas experiências passam para a divulgação científica e como isso é vendido ao leigo, que já compra cosméticos com células-tronco. Você sai da maternidade e já pode congelar o sangue do cordão umbilical para futuros problemas.</p>
<p>Tem sido criada uma indústria em torno da incerteza das células-tronco. Não é um caminho sem esperanças. Mas é inicial e muito incerto. Esse campo deixa evidente a ideia de que temos sido muito convencidos por respostas baseadas na fisiologia. Ficamos fascinados, é um processo de fé cega na ciência.</p>
<p>Há algo que acontece entre a divulgação do relatório de pesquisa e a revista semanal que me interessa muito e que não tem sido pesquisado aqui. É o superdimensionamento do achado científico. Células-tronco têm a qualidade de serem pluripotentes, de se transformar em qualquer tecido. Essa mesma capacidade -e isso ninguém publica- pode fazer com que a infusão dessas células crie um tubo neural no coração. Ou câncer. Há riscos que não passam à divulgação científica. Ninguém quer ouvir isso.</p>
<p>O que acha do uso ampliado de reguladores de humor?</p>
<p>O uso recreativo de psicofármacos é uma prática instalada. Há condições de vida que passaram a ser tratadas como doenças. Timidez, falta de concentração, impulsividade e até tristeza. Há um rebaixamento da tolerância social para sintomas leves. Passamos a não gostar de ficar tristes, tímidos, isso é vivido com constrangimento. O que poderia ser charme passou a ser visto como sinal de incapacidade de lidar com demandas da sociedade. O processo tem a ver com a disponibilidade de drogas eficazes, com nosso desejo de desempenhar bem e com manuais de classificação de doenças. Esse problema, fora do país, é tratado como questão de saúde pública.</p>
<p>A saúde é a nova religião?</p>
<p>Uma série de autores tem apontado essa ascensão da saúde como uma forma de moralidade. Estamos mais atentos, sabemos controlar a taxa de colesterol, a pressão sanguínea e os nomes antes manejados só pelos profissionais da medicina. Há um interesse maior. Mas não é só um interesse: é uma imposição. Passamos a vigiar o que comemos, bebemos, os hábitos que nos colocam em risco. Mas passamos a ser vigilantes também do outro. A saúde virou a nova salvação. Essa vigilância traz benefícios, mas tem um ônus: o de viver paranoico com a saúde.</p>
<p>*</p>
<p>RAIO-X</p>
<p>NOME<br />
Rafaela Zorzanelli, 33</p>
<p>FORMAÇÃO<br />
Mestre em psicologia (UFF), doutora em saúde coletiva e pós-doutoranda no Instituto de Medicina Social da UERJ</p>
<p>ATUAÇÃO<br />
É professora e pesquisadora na UERJ, com financiamento Faperj/Capes; pesquisadora colaboradora do Instituto Max Planck de História das Ciências de Berlim; estuda, com a Universidade de Montreal, a divulgação de pesquisas com células-tronco</p>
<p>LIVROS<br />
“Corpo em Evidência – A ciência e a redefinição do humano” (Civilização Brasileira, 190 págs., R$ 21, com Francisco Ortega) e “Esboços Não Acabados e Vacilantes” (Annablume, 124 págs., R$ 27)</p>
<br />Filed under: <a href='http://aepidemia.wordpress.com/category/educacao-cientifica/'>educacao científica</a>, <a href='http://aepidemia.wordpress.com/category/producao-cientifica/'>producao científica</a> Tagged: <a href='http://aepidemia.wordpress.com/tag/comportamento/'>comportamento</a>, <a href='http://aepidemia.wordpress.com/tag/corpo/'>corpo</a>, <a href='http://aepidemia.wordpress.com/tag/drogas/'>drogas</a>, <a href='http://aepidemia.wordpress.com/tag/imagens/'>imagens</a>, <a href='http://aepidemia.wordpress.com/tag/medicina/'>medicina</a>, <a href='http://aepidemia.wordpress.com/tag/saude/'>saude</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/aepidemia.wordpress.com/1443/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/aepidemia.wordpress.com/1443/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/aepidemia.wordpress.com/1443/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/aepidemia.wordpress.com/1443/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/aepidemia.wordpress.com/1443/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/aepidemia.wordpress.com/1443/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/aepidemia.wordpress.com/1443/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/aepidemia.wordpress.com/1443/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/aepidemia.wordpress.com/1443/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/aepidemia.wordpress.com/1443/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/aepidemia.wordpress.com/1443/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/aepidemia.wordpress.com/1443/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/aepidemia.wordpress.com/1443/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/aepidemia.wordpress.com/1443/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aepidemia.wordpress.com&amp;blog=5745052&amp;post=1443&amp;subd=aepidemia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Carta abierta a Dilma Rousseff</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Feb 2011 07:43:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aepidemia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Firmada por organizaciones internacionales, académicos y activistas en apoyo al gobierno y la sociedad brasileña por los Bienes Comunes Culturales Carta abierta a Dilma Rousseff Commons Strategies Group, Fundación Vía Libre y otros, Rebelión, 11 de febrero de 2011 Tenemos la esperanza de que el Ministerio de Cultura de Brasil (MinC) continuará su liderazgo en [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aepidemia.wordpress.com&amp;blog=5745052&amp;post=1408&amp;subd=aepidemia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Firmada por organizaciones internacionales, académicos y activistas en apoyo al gobierno y la sociedad brasileña por los Bienes Comunes Culturales</strong></p>
<p><strong>Carta abierta a Dilma Rousseff</strong></p>
<p><strong>Commons Strategies Group, Fundación Vía Libre y otros, Rebelión, 11 de febrero de 2011</strong></p>
<p>Tenemos la esperanza de que el Ministerio de Cultura de Brasil (MinC) continuará su liderazgo en políticas públicas culturales inclusivas para el siglo 21. Brasil ha sido un pionero en este sentido, permítanos mencionar sólo algunos elementos que contribuyeron a que el mundo pusiera atención a las políticas culturales de su país.<span id="more-1408"></span></p>
<p>* el diálogo abierto entre el gobierno y la sociedad, que conforma una visión de la democracia que compartimos;<br />
* los puntos de cultura, el Foro de Cultura Digital, el Foro por los Medios Libres y otros proyectos que demostraron nuevas e innovadoras redes culturales adaptadas al siglo 21;<br />
* el apoyo y desarrollo de software libre y su adopción en instituciones públicas, que en definitiva ha estimulado un nuevo abordaje para la gestión de los recursos compartidos. La adopción de software libre en Brasil trasciende la esfera cultural y tiene una enorme relevancia, ya que es una de las pocas iniciativas a nivel mundial en promover los bienes comunes digitales como una estrategia de gobierno;<br />
* la adopción de modelos de licencias abiertas – como las licencias Creative Commons – por parte de las instituciones gubernamentales y las organizaciones culturales financiadas públicamente;<br />
* el liderazgo de Brasil para sumar otros países y ayudar en la implementación de la Agenda para el Desarrollo de la OMPI (Organización Mundial de la Propiedad Intelectual). Esta iniciativa contribuye a balancear el sistema de propiedad intelectual de acuerdo con los diferentes niveles de desarrollo y con las nuevas formas de producción cultural, asegurando acceso al conocimiento;<br />
* La promoción impulsada por Brasil sobre un debate más amplio en relación a las excepciones y limitaciones para las personas con discapacidades visuales en la OMPI, junto con otros países y con organizaciones de la Sociedad Civil internacional;<br />
La apertura de Brasil hacia nuevos paradigmas de producción y diseminación de conocimiento. Su liderazgo ha sido crucial porque los paradigmas digitales abiertos serán de enorme influencia en la construcción de la cultura y los negocios del siglo 21;<br />
La construcción del Marco Civil de Internet y el rechazo del ACTA (Anticounterfeiting Trade Agreement por sus sigla en Inglés).</p>
<p>Pero el tema contemporáneo más urgente en el que Brasil es pionero, es, sin embargo, la reforma de la ley de derechos de autor, que tiene como objetivo ayudar a creadores y artistas a expresar y distribuir su creatividad en un entorno legal menos restringido, para asegurar que la sociedad goce de un equilibrio de derechos en el acceso a conocimiento.</p>
<p>De acuerdo con la Lista de Vigilancia de Consumers International, la actual ley de derechos de autor de Brasil es una de las normas más estrictas en el mundo cuando se evalúa desde las perspectivas del acceso al conocimiento. La ley carece de muchas de las excepciones al derecho de autor que otros países tienen previstas en sus normativas y prohibe muchas de las conductas no comerciales más comunes (incluyendo la exhibición de películas para fines académicos, la copia de libros que están agotados y fuera de imprenta, el cambio de formato de contenidos digitales, tal como pasar la música de un CD a un MP3). La ley de derechos de autor de Brasil es más restrictiva, de hecho, que los tratados internacionales. A su vez, la ECAD, la gestora colectiva de Brasil, carece de transparencia y de una efectiva auditoría pública, a diferencia de lo que ocurre en muchos otros países en el mundo. Estamos convencidos de que los cambios propuestos en la ley de derechos de autores beneficiarán tanto a autores como ciudadanos.</p>
<p>Las deliberaciones públicas impulsadas por Brasil – debate público a lo largo de todo el país, complementado con una consulta pública oficial sostenida por el gobierno desde Internet – puede servir como un ejemplo de democracia. Pero esto sólo será sierto si los resultados de la consulta son realmente tenidos en consideración, como se prometió al principio del proceso. Esto es lo que la ciudadanía legítimamente espera de los gobiernos democráticos.</p>
<p>Estamos de acuerdo con nuestros colegas de Brasil, en que los resultados de un proceso abierto y democrático no pueden ser dejados de lado por la opinión de juristas o de alguna “comisión de notables”.</p>
<p>Como numerosos académicos, juristas, organizaciones no lucrativas y de la sociedad civil, artistas y otros dijeron en su carta abierta a la Presidenta Rousseff y a la Ministra de Cultura Ana Buarque de Holanda el 28 de diciembre de 2010:</p>
<p>“Se ha progresado mucho en los años recientes. Y falta mucho por hacer. Un cambio en la dirección del Ministerio de Cultura significa perder todo ese trabajo logrado, así como perder una oportunidad histórica de brasil, para liderar, tal como ha estado haciendo, esta discusión a nivel global, mostrando soluciones y alternativas innovadoras y racionales, sin tener miedo de tomar nuevos caminos, sin quedar atrapada en modelos promovidos por las industrias culturales de los Estados Unidos o Europa”.</p>
<p>Es importante destacar que existe una narrativa subyacente para todos estos nuevos caminos que Brasil tomó como políticas públicas de cultura: están inspirados en el reconocimiento pionero y abierto de que la cultura se hace en todas parte y por todas las personas, y que la cultura y la educación son derechos constitucionales y básicos.<br />
El tesoro más importante de Brasil es su enorme diversidad cultural. Un contingente de millones de nuevos creadores es parte de la fábrica cultural de Brasil. Esto es lo que nosotros llamamos emancipación.</p>
<p>Durante años, en incontables ensayos, análisis y artículos de blogs, hemos señalado a Brasil como un líder internacional, como un ejemplo de país comprometido en apoyar el acceso a conocimiento y en expandir su cultura democrática. La adopción por parte del Ministerio de Cultura de las licencias Creative Commons en 2003 fue realmente una de las más sólidas y admiradas muestras de tal liderazgo.</p>
<p>Nosotros, como parte de la comunidad internacional, estamos preocupados por los recientes y significativos cambios en la política cultural de Brasil, que se nota en una variedad de decisiones, entre las cuales figura la remoción de la licencia Creative Commons del sitio web del MinC. Aún así, mantenemos la esperanza de que el proceso para asegurar acceso a conocimeinto por ley estará garantizado y que el diálogo para mantener una internet abierta, una cultura digital abierta y colaborativa, la expansión de los recursos educativos abiertos y la reforma de la ley de derechos de autor continuarán durante su administración.</p>
<p>Enviamos esta carta abierta para solicitar a la Presidente Rousseff que asegure que las políticas progresistas en materia cultural en Brasil tendrán continuidad y se expandirán, de modo tal que la sociedad civil brasileña sea escuchada y que Brasil siga siendo un ejemplo para el resto del mundo!</p>
<p>Mantenemos la profunda esperanza de que podremos seguir hablando de la política cultural de Brasil como la más progresista del mundo!</p>
<p>Lo abajo firmantes<br />
Commons Strategies Group<br />
Fundación Vía Libre<br />
y otros</p>
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		<title>‘Controlar Internet no es la solución’</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Feb 2011 07:31:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Entrevista a Pekka Himanen, filósofo finlandés y autor de ‘La ética hacker’ Guillermo del Palacio, Navegante, 11 de febrero de 2011 El filósofo finlandés Pekka Himanen, autor del libro ‘La ética hacker’, considera que “es imposible controlar Internet”, por lo que las medidas que buscan el cierre de páginas web para que los usuarios no [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aepidemia.wordpress.com&amp;blog=5745052&amp;post=1370&amp;subd=aepidemia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Entrevista a Pekka Himanen, filósofo finlandés y autor de ‘La ética hacker’</strong></p>
<p><strong>Guillermo del Palacio, Navegante, 11 de febrero de 2011</strong></p>
<p>El filósofo finlandés Pekka Himanen, autor del libro ‘La ética hacker’, considera que “es imposible controlar Internet”, por lo que las medidas que buscan el cierre de páginas web para que los usuarios no accedan a contenido protegido, como la ‘ley Sinde’ no tienen sentido, ya que hay muchas maneras de saltarse los controles. “El control no es la solución”, explica Himanen.<span id="more-1370"></span></p>
<p>En este sentido, Himanen dice que, “si fuera el Gobierno de España, me preocuparía más cómo incrementar el acceso de todo el mundo a Internet”.</p>
<p>Este invento, recuerda, es algo que debemos a unos ‘hackers’. “Cuando hablo de los ‘hackers’ no me refiero a los criminales de Internet”, explica, sino “al espíritu creativo que ha creado toda la infraestructura de la era de la información”.</p>
<p>Esta infraestructua fue posible gracias a gente como Vinton Cerf o Tim Berners-Lee, gente “motivada por su entusiasmo” y que quería “compartir sus logros con los demás”. Sin ellos, no existiría Internet, que no era un proyecto comercial, recuerda Himanen.</p>
<p>Este tipo de sistemas abiertos, como Linux, hacen funcionar una tercera parte de la Red. “En las telecomunicaciones hay muchos sistemas que son abiertos”. Un ejemplo de esto es Android, el sistema operativo para dispositivos móviles de Google, que está basados en Linux. “Aunque no seas consciente, toda tu vida diaria depende de los ‘hackers’”.</p>
<p>Es más, Himanen asegura que si nos deshiciéramos de todo lo que ha sido creado por ‘hackers’, como sistemas operativos para móviles o libros electrónicos, pero también el ‘software que utilizan, por ejemplo, algunos televisores o gasolineras, “volveríamos a los años 70″. “Normalmente se considera que el ‘hacker’ es un criminal electrónico, pero, al principio, se pensaba en una nueva cultura de creatividad”, explica. Es más, ahora, “incluso la gente en general se ha vuelto ‘hacker’. La ética ‘hacker’ es una cultura de creatividad”.</p>
<p>Un ejemplo de esto, explica, es que entre los sitios web más visitados en el mundo, aparecen varios sitios con contenido creado por los usuarios, como Wikipedia, Facebook o Youtube. “La gente ha logrado expresar su potencial creativo y nuevas maneras de trabajar en las redes sociales”.</p>
<p>Por ello, cree que desarrollos como Internet deberían llegar a todo el mundo. En este sentido, está de acuerdo con la afirmación de Berners-Lee de que todas las personas deberían tener acceso gratuito a Internet por defecto. “Internet se ha convertido en una plataforma central en nuestra vida. Lo necesitamos para el trabajo, para nuestras comunicaciones personales, o muchas otras cosas de la vida diaria”.</p>
<p>De hecho, Himanen llega a asegurar que si alguien no tiene acceso a Internet, “no forma parte de la sociedad moderna”. Por ello, el derecho a tener acceso a Internet “debería ser uno de los Derechos Universales”. No obstante, “aún queda mucho por hacer en muchos países y en el mundo entero”.</p>
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		<title>DNA individual tem mais dados que todos os HDs</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Feb 2011 07:45:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aepidemia</dc:creator>
				<category><![CDATA[acesso ao conhecimento]]></category>
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		<category><![CDATA[DNA]]></category>
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		<description><![CDATA[Giuliana Miranda, Ricardo Mioto e Luiz Gustavo Cristino, Folha de S. Paulo, 11 de fevereiro de 2011 A morte do vinil e o surgimento dos HDs pessoais multiplicaram a quantidade de informação gravada no mundo, mas tudo que já foi produzido pela humanidade ainda apanha feio de uma única célula humana. Bem feio: há cerca [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aepidemia.wordpress.com&amp;blog=5745052&amp;post=1411&amp;subd=aepidemia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Giuliana Miranda, Ricardo Mioto e Luiz Gustavo Cristino, Folha de S. Paulo, 11 de fevereiro de 2011</strong></p>
<p>A morte do vinil e o surgimento dos HDs pessoais multiplicaram a quantidade de informação gravada no mundo, mas tudo que já foi produzido pela humanidade ainda apanha feio de uma única célula humana.<br />
Bem feio: há cerca de cem vezes mais informação codificada no DNA humano do que em todos os livros, CDs, computadores, negativos de fotos e todo tipo de lugar onde se armazenam dados, digitais ou analógicos.</p>
<p>Isso não significa que não exista muita coisa arquivada por aí. Em números absolutos, podíamos armazenar, em 2007, ano analisado agora pelos cientistas, 295 exabytes. Isso equivale a cerca de 295 bilhões de gigabytes (um HD doméstico tem uns 300 gigabytes).<span id="more-1411"></span></p>
<p>É o suficiente para encher 404 bilhões de CDs comuns que, empilhados, cobririam um pouco mais do que a distância da Terra à Lua.</p>
<p>Os números são de uma pesquisa americana, publicada na revista “Science”, que analisou os dados produzidos e armazenados pela humanidade entre 1986 e 2007. Ela mostra que os meios analógicos dominaram a lista até 2002, quando foram superados pelos digitais. Em 2007, essa já era a forma de armazenamento de 97% da informação.</p>
<p>Os dados guardados em papel, que, em 1986 já representavam apenas 0,33% do total, em 2007 passaram a representar 0,007% – qualquer vídeo de dez minutos no YouTube tem mais informação (“é mais pesado”, como se diz na internet) do que uma enciclopédia inteira.</p>
<p>“É o primeiro trabalho a quantificar como os seres humanos lidam com a informação”, diz Martin Hilbert, da Universidade da Carolina do Sul, que liderou o estudo.</p>
<p>EVOLUÇÃO</p>
<p>Em 1986, a quantidade de informação por pessoa poderia ser guardada em um CD-ROM de 730 MB, e ainda sobraria espaço. Em 1993, o número aumentou para 4 desses CDs. No ano 2000, eram 12 por pessoa.</p>
<p>A mudança mais perceptível foi em 2007, quando eram 61 desses discos por pessoa.</p>
<p>Os pesquisadores chegaram a esses números utilizando informações de várias origens. No que se refere aos dados armazenados digitalmente, usaram as informações industriais relativas à produção global histórica de dispositivos de memória.</p>
<p>Dados analógicos foram obtidos a partir de relatórios sobre a quantidade de livros, revistas e jornais existentes no mundo, utilizando pesquisas anteriores sobre o tema como referência.</p>
<p>Neste ritmo, a quantidade de informação armazenada pela humanidade só ultrapassará a que está “gravada” no DNA humano por volta do ano de 2039.</p>
<p>Os cientistas ainda debatem se toda a informação contida no DNA humano é fundamental para construir e manter o organismo. Pesquisadores propuseram o conceito de “DNA lixo”, resquícios no genoma que não serviriam para nada, mas ele tem sido bastante atacado.</p>
<p>“ZIPADO”</p>
<p>Para uniformizar a medição, os cientistas fizeram algo parecido com os softwares de compactação de arquivos – como os do tipo ZIP: diminuíram o tamanho dos arquivos retirando os trechos redundantes das mensagens.</p>
<p>Devido à grande quantidade de fontes, os pesquisadores não se preocuparam se as informações eram inéditas ou repetidas. O que foi considerado mais relevante era o tempo de armazenamento e e a finalidade com que os dados foram gravados.</p>
<p>Por isso, uma centena de cópias da ata de uma reunião distribuídas no evento não seriam consideradas, por exemplo. Sua finalidade não era armazenar a informação, apenas apresentá-la de forma passageira.</p>
<p>TELECOMUNICAÇÕES</p>
<p>O estudo também avaliou os dados transmitidos nas telecomunicações.</p>
<p>Telefones celulares são a forma mais difundida de comunicação, com 3,4 bilhões de dispositivos em 2007. As linha de telefone fixo são 1,2 bilhão, e há 600 milhões de assinaturas de internet.</p>
<p>Mas, por incrível que pareça, a principal finalidade do celular não são chamadas telefônicas. Segundo a pesquisa, o tráfego de dados nos aparelhos supera o de voz.</p>
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		<title>Estados Unidos dice que puede reconectar internet derrumbada en otros países</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Feb 2011 07:50:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aepidemia</dc:creator>
				<category><![CDATA[construindo a rede]]></category>
		<category><![CDATA[inclusao digital]]></category>
		<category><![CDATA[midia e comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[controle da internet]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Cuarta Generación (con información de Wired), Agencia Matriz del Sur, 10 de febrero de 2011 Según el Pentágono, “bombardeos lógicos” en sitios de internet de países adversarios pueden desconectar presencias on line y hasta interrumpir las comunicaciones de modo de separar facciones de guerra, antes de adoptar una opción nuclear. A través de la aeronave [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aepidemia.wordpress.com&amp;blog=5745052&amp;post=1415&amp;subd=aepidemia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Cuarta Generación (con información de Wired), Agencia Matriz del Sur, 10 de febrero de 2011</strong></p>
<p>Según el Pentágono, “bombardeos lógicos” en sitios de internet de países adversarios pueden desconectar presencias on line y hasta interrumpir las comunicaciones de modo de separar facciones de guerra, antes de adoptar una opción nuclear.<span id="more-1415"></span></p>
<p>A través de la aeronave central de transmisiones de los Estados Unidos denominada “Comando Solo” el Pentagono es capaz de hacer transmisiones de guerra psicológica en radios AM, FM, UHF y TV UHF y VHF: sobrevolando un área sin conexión de internet, el “Comando Solo” puede transmitir en una gran zona de acceso WI-FI desprotegido.</p>
<p>“Tenemos como realizar esas operaciones usando equipos via satélite, sin satélite y por medio de embarcaciones. Usted podría tener una cyber-versión de una radio pirata”” explica el profesor de la Naval Postgraduate Scholl, John Arquilla.</p>
<p>En el caso de la telefonía celular es utilizada una tecnología desarrollada por la empresa americana Textron llamada FASTCOM (Forward Airborne Secure Transmissions and COMunication).</p>
<p>Instalada en drones (aeronaves no tripuladas), globos aerostáticos o vías terrestres, la tecnología equipa en esos aviones con antenas de celular y datos 3G con posibilidad de expansión a 4G. Esto crea una red de telefonía segura y privada. Los usuarios militares dentro de esa red pueden recibir datos de inteligencia y reconocimiento, tener fuentes de datos estratégicos y usar voz y datos por medios de satélites Viasat.</p>
<p>Pero existe una dificultad en este esquema: para usar la red es necesario que celulares y laptos sean compatibles con el sistema, lo que puede ser resuelto infiltrando esos dispositivos dentro de un área sin conexiones.<br />
JoomlaWatch Stats 1.2.9 by Matej Koval Copyleft 2009 Agencia Matrizur.</p>
<p>http://www.matrizur.org/index.php?option=com_content&#038;view=article&#038;id=9887</p>
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